Audiência Pública realizada na noite de ontem por iniciativa do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ouviu a comunidade frutalense, alunos, professores e servidores administrativos da UEMG sobre o que pensam, querem e pretendam que aconteça com toda estrutura física e equipamentos do Complexo Cidade das Águas que, hoje, está paralisado e sem qualquer tipo de utilidade.

Com coordenação da promotora Daniela Campos Abreu, a audiência contou com a presença do vice-reitor da UEMG, professor José Eustáquio de Brito, com o diretor da Unidade, Allynson Fujita, com representante da SEDECTES, prefeita Ciça e presidente da Câmara, Querino François.

Após ouvir todos os lados convidados para a audiência, foram realizados encaminhamentos para que se possa atuar em conjunto com o MPMG e também perante ao governo do estado no sentido de dar uso e sentido a toda estrutura que hoje se encontra parada em Frutal. Foi formada uma comissão composta por quatro membros da sociedade civil, dois professores, dois alunos e dois técnicos administrativos para servir como consultores ao MPMG. Em outro âmbito, foi formada uma comissão composta por reitoria, SEDECTES, MPMG e direção da Unidade para atuar em Belo Horizonte em busca de soluções para o uso de tudo que hoje se encontra praticamente abandonado em Frutal.

A expectativa é que com a mobilização o governo de MG se mobilize e retome a finalização de obras, bem como assine os convênios existentes para garantir que os equipamentos não se deteriorem em depósitos enquanto a Universidade necessita deles para realizar pesquisas, ensino e extensão.

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