Delegado Regional investiga vazamento de áudios que seriam da Operação Deja Vu

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Na manhã de hoje o delegado regional Cézar Felipe Colombari concedeu entrevista coletiva à imprensa para falar sobre o vazamento de áudios que seriam de interceptações telefônicas que supostamente fizeram parte das investigações da Operação Dejá Vu. Conforme o delegado, até o momento não se pode falar exatamente se são áudios que fazem parte das investigações, já que os áudios que estão circulando pelo WhatsApp ainda não foram comprovados tecnicamente como parte destas investigações.

Ele afirma que o pedido de investigação partiu após uma representação ao Ministério Público de Frutal a partir do momento em que pessoas denunciaram à promotoria por se sentirem lesadas com a situação. Nas conversas é possível ouvir desde assuntos particulares entre as pessoas que conversam até mesmo supostas negociações que poderiam ter ocorrido durante o período de investigação.

Conforme o delegado, quatro pessoas teriam sido identificadas como possíveis responsáveis por repassar áudios, no entanto, as investigações ainda estão em curso. O delegado considera que cerca de até 50 pessoas teriam tido acesso a esses áudios e, por esse motivo, despachou ofícios para órgãos em que poderiam ter tido acesso ao conteúdo para que se possa tentar identificar de onde partiu o vazamento. O prazo legal da investigação é de 30 dias, mas que podem ser prorrogados por mais tempo.

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