Algumas imagens que se tonaram virais nas redes de comunições digitais na cidade mostrou o quanto a administração municipal voltada à prestação de serviços essenciais à comunidade retrocedeu, e muito.

Na porta da Secretaria de Saúde tem sido rotineira a formação de longas filas a espera de atendimento. Na última semana, o jornalista Hilário Rosa, flagrou o que há muitos anos não ocorria.

Cidadãos se aglomeraram na porta da Secretaria aguardando atendimento que começa ao meio dia. Na gestão passada, o ex-prefeito Mauri Alves, determinou que o atendimento no local começasse logo cedo, às 8 horas da manhã.

Essa determinação, correta, extinguiu esse tipo de prática, pois as pessoas necessitadas desse serviço público, e com outros afazeres durante o dia, não precisavam enfrentar tal situação que chega a degradação do ser humano.

Com a administração atual, comandada pela prefeita Maria Cecília e Antônio Heitor, o que antes era considerado um avanço, agora, se torna um enorme e danoso retrocesso para as pessoas que mais necessitam do atendimento público de saúde.

A administração municipal alega que precisa economizar, sempre propalando uma crise financeira nos cofres municipais. Para isso, optaram por cortar logo nos atendimentos prioritários do cidadão, que é a saúde.

Em contraponto a essas alegações, na mesma semana, o vereador Bruno Augusto trouxe uma informação que faz cair por terra esse tipo de afirmação. De acordo com seu levantamento, a Prefeitura de Frutal vai gastar em um ano R$6,2 milhões com cargos comissionados, os chamados “confiança” da prefeita e de seu vice-prefeito.

Do dia 2 de janeiro até 10 de abril a prefeita Maria Cecília nomeou 175 pessoas, que de salários e encargos vão custar mais de 490 mil reais por mês, um total de R$6.460.375,92 ao ano.

Ou seja, para pagar esse montante de dinheiro em cargos de comissão, uma das alternativas tem sido cortar do atendimento a comunidade.

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