Edilson Luiz é editor do Alô Frutal | jornalista MTB: MG 10.425

Os últimos ocorridos no cenário político de Frutal foram extremante desgastantes para a prefeita Maria Cecília. Suas ações – se orquestradas, pensadas e analisadas – surtiram efeitos extremamente danosos à sua imagem. No entanto, se foi para agradar a “companheirada”, sobre tudo àqueles que “temem”, acertou em cheio!

A começar pela novela da transferência mal sucedida do delegado regional Dr. Cezar Felipe que teve a “cabeça” pedida exatamente por ela (prefeita) ao deputado federal Aelton Freitas, que afirmou com todas as letras a um jornal de Uberaba que fez o pedido a pedido de Ciça, foi a pior possível.

 

Esse fato pegou muito mal e toda a sociedade –  como era de esperar – deu total apoio a permanência do delegado em Frutal. Afinal, tentar intervir em uma instituição tão séria, e de credibilidade impar com a sociedade, só poderia render tão somente muita rejeição. Mas a pergunta que fica é a seguinte: qual a motivação real que ela (prefeita da cidade) teria para pedir a transferência de um delgado da cidade?

Tudo ainda ficou pior quando um áudio de WhatsApp  atribuído à voz de Ciça vazou e causou o maior dos alvoroços nas redes sociais. Ou seja, ela não veio a público desmentir e ficou como verdade. Aliás, nessa questão, até agora ninguém se comunicou com a sociedade a não ser o próprio deputado Aelton Freitas que jogou toda a responsabilidade nas costas de Ciça.

Na Câmara, as coisas só pioram com a atuação pífia da vereadora Ana Claudia. Suas ações ecoam negativamente pela cidade. Suas ações no Legislativo só fazem aumentar a já grande rejeição de sua irmã (Ciça). Seus embates com demais vereadores são estranhos e desconexos.

Há algumas sessões, ela teve o disparete de levantar a suspeita de que os títulos de cidadania honorária concedida a um juiz e ao delegado teria o real motivo a “compra” dessas autoridades. A insinuação levou o juiz e o delegado a emitir manifesto por escrito à Câmara em que colocam tais honrarias à disposição do Legislativo.

Com atuações assim, a administração municipal não precisa de oposição!

“Há algo de podre no reino da Dinamarca”, já diria o saudoso jornalista e colunista Wolf Guminiak.

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