Durante os mais de três anos á frente da Prefeitura de Frutal, o prefeito Mauri José Alves pouco conseguiu fazer – mesmo batendo recordes de arrecadação financeira –  em referência as principais balizas de uma cidade; saúde, obras e geração de empregos.

A saúde não saiu da estaca com que assumiu de sua antecessora, ex-prefeita Maria Cecília (Ciça), e ainda está doente, na UTI e respirando por aparelhos. Os mais pobres ainda sofrem para serem atendidos pelo sistema municipal de saúde, sobretudo para marcação de consultas e obtenção de medicamentos que andam em falta.

As obras prometidas em campanha mal saíram do papel, e as que se concretizaram, se transformaram na maior pedra no sapato dessa gestão; é quase unanime a sensação de que essas construções, nas áreas centrais da cidade, beiram ao ridículo e não seguem o caminho de uma cidade com aspirações desenvolvimentistas e progressistas.

Um dos maiores gargalos desse governo, isso sem citar novamente saúde, é a baixíssima geração de empregos; outra promessa de campanha eleitoral não cumprida. A decepção é ainda maior já que o atual prefeito veio do empresariado, o que gerou enormes expectativas que se transformaram em decepção.

Agora, às vésperas de um período eleitoral, que promete muitos embates, porém não está muito claro, o principal mandatário da cidade anuncia à imprensa, e consequentemente à sociedade, um “pacotão de bondades” travestido de obras.

É importante que se diga que obras que beneficiam a comunidade não têm e não pode ter data para ocorrer, mas é preciso estar alerta e vigilante para que essa “boa vontade” repentina não se transforme em um verdadeiro estelionato eleitoral já que tem aventado por todos os cantos que pretende concorrer à reeleição.

Ou seja, ele aspira manter o poder e, para isso, está disposto, como demonstrou, a fazer esquecer o que anunciou durante todo esse ano, uma “crise financeira”.

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