Na reunião desta segunda-feira (07) o vereador Bruno Augusto falou sobre a precariedade de liberação de corpos em Frutal. Ele explicou que a responsabilidade não é só do IML, mas também do município. Segundo o vereador, o Instituto Médico Legal é para ocorrências de mortes que demandem investigação posterior ao fato, e que as mortes naturais devem ser constatadas através do Serviço de Verificação de Óbito – SVO, o que não existe em Frutal.

O parlamentar lembrou que no dia 8 de maio havia feito essa cobrança, mas a Prefeitura sequer teve empenho em analisar sua reivindicação. Ele afirmou também que o IML atende dez municípios vizinhos e que não há condições de ser verificar todas as mortes naturais, por isso cada cidade deve ter o SVO.

Ainda em maio, Bruno percorreu estes municípios que utilizam o IML da cidade e na oportunidade coletou assinaturas de prefeitos, vices e vereadores, com o objetivo de viabilizar mais médicos legistas. No dia 13 de julho, juntamente com os vereadores Marcelo Moraes e Carlos Mamed de Fronteira, e Euberto Mello de Planura, o vereador Bruno se reuniu em Belo Horizonte com o Dr. Marco Aurélio, delegado na chefia da Polícia Civil de Minas Gerais, uma vez que o IML é de responsabilidade da PC e a intenção dos vereadores foi justamente reforçar as demandas da região.

O abaixo assinado coletado por Bruno foi encaminhado ao comando geral da Polícia Civil, assim como para o Governo Estadual. Atualmente o IML conta somente com dois legistas, número pequeno diante a demanda. Além de Frutal, Fronteira, Planura, Comendador Gomes, Itapagipe, São Francisco de Sales, Iturama, União de Minas, Limeira do Oeste, Carneirinho e Campina Verde, utilizam o IML da cidade.

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