Jovem perde R$3.800,00

A operadora de caixa disse que pagou por uma motocicleta Honda CG Fan, mas não recebeu o veículo

Por João Cerino em 18/11/2021 às 18:00:00

Uma vítima de 21 anos deu queixa de um caso de estelionato em Frutal no dia 17, por volta das 11h36, quando a Polícia Militar foi à Rua Monte Alegre de Minas, Bairro Ipê Amarelo. A jovem, que trabalha como operadora de caixa, havia visto, em data passada, a postagem de uma motocicleta Honda CG Fan, de cor vinho, ano de fabricação e modelo 2014 na página Classificados Fronteira, no site Facebook e se interessou pelo veículo devido ao estado de conservação e o preço de R$3.800,00 ser bastante atrativo.

A partir daí, a vítima acessou telefone, (011) 93384-7532 e iniciou uma conversa com o possível vendedor que se identificou como sendo Luiz Gustavo através do aplicativo WhatsApp. Segundo ela, o suposto vendedor solicitou que fosse depositado o valor referente ao veículo em dinheiro por meio de agência bancária ou similar e que a operação fosse realizada com dois destinatários e duas contas distintas, conforme os comprovantes de depósitos em dinheiro número 4150 013 00002792-7, no valor de R$2.000,00 em nome de Sueli A. de Oliveira e 0742 013 00040158-3, com R$.1.800,00 em nome de Jairo Santana Raimundo.

De acordo com a solicitante, no dia 17, o possível vendedor Luiz Gustavo entrou em contato e pediu que fosse depositado mais um mil reais para as custas e documentações referentes à compra e venda do citado veículo. Quando a vítima lhe disse que não possuía mais dinheiro no momento e que queria o valor depositado de volta, o vendedor lhe disse que não poderia lhe devolver o dinheiro, pois a vítima estaria cometendo "quebra de contrato", mesmo sem ter assinado nenhum contrato físico ou digital.

Segundo a vítima, o vendedor Luiz Gustavo informou que devolveria somente parte do dinheiro devido à "quebra do contrato" e que a mesma deveria lhe repassar os dados de sua conta bancária. O suposto vendedor não fez a devolução do dinheiro e ainda lhe bloqueou em todos os canais de contatos. Segundo o Reds, a vítima possui os diálogos, recibos e outros armazenados em seu aparelho de telefone celular.

Fonte: Assessoria de Comunicação Organizacional - 4ª Cia Ind.

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