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Planura está entre as cidades mineiras com índice médio de problemas relacionados ao consumo de crack

O levantamento é obtido através de um relatório, preenchido pelas prefeituras de cada cidade

Por Redator em 12/07/2019 às 16:09:42

Planura está entre as cidades mineiras com índice médio de problemas relacionados ao consumo de crack

De acordo com dados do Observatório do Crack, divulgados pela Confederação Nacional dos Municípios-CNM, cerca de trinta cidades mineiras têm alto índice de problemas relacionados ao consumo de crack. As informações apontam o Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas como áreas de atenção. Em Minas Gerais, 99% dos municípios têm problemas relacionados ao consumo da droga.

O levantamento é obtido através de um relatório, preenchido pelas prefeituras de cada cidade e, segundo ele, Planura se encontra na categoria com índice médio de problemas relacionados ao consumo de crack. Nas três regiões citadas, os municípios que aparecem na lista com alto índice são Brasilândia de Minas, Cachoeira Dourada, Campina Verde, Campo Florido, Campos Altos, Capinópolis, Carmo do Paranaíba, Cascalho Rico, Centralina, Fronteira, Frutal, Gurinhatã, Indianópolis, Iraí de Minas, Ituiutaba, Iturama, João Pinheiro, Monte Carmelo, Nova Ponte, Paracatu, Patos de Minas, Patrocínio, Pedrinópolis, Perdizes, Pirajuba, Prata, Sacramento, Santa Rosa da Serra, São Gotardo e Serra do Salitre.

No Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas existem 33 cidades com médio índice de problemas relacionados ao consumo de crack, sendo elas Abadia dos Dourados, Araguari, Araxá, Canápolis, Carneirinho, Conceição das Alagoas, Conquista, Delta, Estrela do Sul, Guarda-Mor, Guimarânia, Ibiá, Ipiaçu, Itapagipe, Lagamar, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Limeira do Oeste, Matutina, Monte Alegre de Minas, Planura, Presidente Olegário, Rio Paranaíba, Romaria, Santa Juliana, Santa Vitória, São Francisco de Sales, Tapira, Tiros, Tupaciguara, Uberaba, Varjão de Minas e Veríssimo.

Ainda conforme o levantamento, Comendador Gomes e Arapuá são os dois municípios entre 40 de Minas Gerais que não têm problema com a droga. No mapa do Observatório do Crack não há dados informados de Uberlândia, Monte Carmelo e Vazante. O relatório também apontou onde há rede de assistência nas cidades brasileiras. No Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, as principais existentes são o Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas-Comad, o Centro de Atenção Psicossocial-Caps, Centro de Referência em Assistência Social-Cras, Centro de Referência Especializado de Assistência Social-Creas e Centro de Referência Especializado de Assistência Social para Pessoas em Situação de Rua-Creas Pop.

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